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Folículo Piloso

Folículo Piloso

Os folículos pilosos, produtores de pelo, desenvolvem-se durante os primeiros  meses de vida intra-uterina. Após 22 semanas, o feto tem seus folículos maduros. Não há formação de novos folículos no corpo após este estágio, isto é, o número de pelos, incluindo o cabelo, que uma pessoa  terá durante a vida é determinado antes do seu nascimento. 

Uma lâmina de células epidérmicas, situada sobre uma agregação de células dérmicas, se invagina em seu interior para formar uma pequena bolsa que envolve uma pequena papila de células dérmicas formando o bulbo do pelo.

As células epidérmicas que envolve a papila dérmica se proliferam posteriormente expulsando uma coluna de células queratinizadas, que é  o talo do pelo rodeado pela membrana interna da raiz. Neste processo se forma o canal piloso. 

A divisão celular ocorre perto do bulbo, quando as células atingem a zona de queratinização, perdem água e forma-se a proteína queratina.

Com a queratinização completa, ocorre a morte celular, a haste capilar é  formada por células mortas, sendo assim o cabelo não se regenera, o tempo de vida e a constituição dos fios de cabelo são determinados pelo folículo piloso dentro do couro cabeludo. 

Como os cabelos não se regeneram uma vez danificado, a tendência é que os danos aumentem cada vez mais. Por isso é importante cuidar e usar produtos específicos e adequados a cada tipo ou condição de cabelo. 

Estrutura do folículo piloso 

Papila dérmica

Localizado na derme e em formato de cone, esse canal folicular é chamado de papila dérmica, como o tecido epidérmico que forra o canal folicular não  possui fornecimento de sangue próprio, o oxigênio e os nutrientes são supridos por meio de minúsculos vasos sanguíneos localizados na papila dérmica, o tecido da epiderme ainda envolve completamente a papila para formação do bulbo piloso. 

Bulbo

Situado sobre a papila dérmica, é a região de crescimento do cabelo. 

Glândulas sebáceas

São elas que produzem sebo, matéria que determina o grau de oleosidade do cabelo e do couro cabeludo, portanto o fato do cabelo ser ou não ser oleoso depende das glândulas sebáceas e seu funcionamento.

As glândulas sebáceas estão presentes em todos os folículos pilosos dentro da pele, o sebo produzido passa através de um canal, atinge a superfície pelo mesmo orifício por onde sai o fio de cabelo, se espalhando pelos fios e superfície do couro cabeludo. 

Músculo eretor do pelo

A cada folículo piloso está associado um músculo eretor do pelo, esse músculo é responsável pela sensação de arrepios na pele.

Os arrepios nos ajudam a controlar o fluxo do sangue perto da superfície da pele e também a resfriar o corpo. 

Até breve 

Rose Rodrigues 

 

 

 

 

Educadores da Beleza - Comunidade de Colorimetria Avançada
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