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Alopecia Areata

Alopecia Areata

O termo alopecia foi criado por Hipócrates, 2600 a.C, porém a primeira referência médica à alopecia areata foi feita  por Cornelius de Celsus em 30 a.C, que descreveu duas formas de alopecia: a primeira, uma alopecia completa, definitiva, poderia acontecer em qualquer pessoa, que seria a calvície comum, a segunda forma chamou de ophiasis, devido uma queda localizada em forma na orla do couro cabeludo.

"Nosológica Médica"publicado em 1760, em Lyons, França. Alopecia significa "perda de cabelos" e a palavra "areata," do grego significa " temporária ou periódica.

Inúmeras teorias foram feita para explicar a doença: tipo infecções bacterianas ou virais, desordem neurológicas, desordem das glândulas endócrinas, e outros. Não tem artigo publicado que demostre a clareza. 

Alopecia areata é uma doença inflamatória que provoca a queda de cabelo. Diversos fatores estão envolvidos no seu desenvolvimento, como a genética e a participação autoimune. Os fios começam a cair resultando mais frequentemente em falhas circulares sem pelos ou cabelos. A extensão dessa perda varia, sendo que, em alguns casos, poucas regiões são afetadas. Em outros, a perda de cabelo pode ser maior. Há casos raros de alopecia areata total, nos quais o paciente perde todo o cabelo da cabeça; ou alopecia areata universal, na qual caem os pelos de todo o corpo. A alopecia areata não é contagiosa. Fatores emocionais, traumas físicos e quadros infecciosos podem desencadear ou agravar o quadro. A evolução da alopecia areata não é previsível. O cabelo sempre pode crescer novamente, mesmo que haja perda total. Isto ocorre porque a doença não destrói os folículos pilosos, apenas os mantêm inativos pela inflamação. 

Geralmente a queda de cabelos se dá a partir de um quadro de estresse, segundo um artigo 2017 aborda que o folículo trava da anágena para telógena, acontecendo um colapso de privilégio imune causando uma inflamação no folículo. 

A alopecia areata (AA) tem um acometimento universal em sua incidência varia  entre diversas populações. Estima-se que 1/2% da população pode desenvolver AA. Pode apresentar em qualquer idade, sendo mais frequente entre 30 a 40 anos de vida. Quanto ao sexo, acomete igualmente homens e mulheres. Aproximadamente 20 a 40 % dos pacientes têm histórico familiar.

Esteja sempre atenta (o) nas queixas de queda de cabelos da sua cliente. Avalie sempre o couro cabeludo, o diagnóstico é muito importante, pois pode evitar que ela aumente, pode ser revertida.

A cliente com AA, tem que ser indicada ao tricologista, dermatologista e psicologista, pois ela fica com muita sensibilidade, conversar com ela é de grande importância para  auto estima.

TRATAMENTOS PROPOSTOS 

A terapia capilar com óleos vegetais e essenciais, ajuda no fortalecimento do bulbo capilar. 

O equipamento de microagulhamento faz micro perfurações na pele que atingem a derme para provocar uma indução percutânea de colágeno. A lesão provocada fará desencadear um processo inflamatório local, consequentemente a síntese de colágeno e elastina pelo aumento do metabolismo. Além disso também contribui para a formação de novos capilares sanguíneos (COSTA, 2016). O microagulhamento capilar atua nos seguintes aspectos: Auxilia a penetração de ativos a nível dérmico, potencializando sua ação. A injúria provocada pela agulha faz com que se libere histamina, que consequentemente faz vasodilatação, aumentando a circulação sanguínea do couro cabeludo nutrindo as papilas dérmicas.

Na terapia capilar, o laser de baixa intensidade emite um feixe de luz capaz de atingir o bulbo capilar estimulando o crescimento dos cabelos. As mitocôndrias absorvem a energia do laser aumentando a produção de ATP, e consequentemente o aumento do metabolismo do folículo piloso e ativação de uma intensa atividade mitótica das células germinativas (BORGES, 2016; SHAPIRO,)

Esse foi o resultado que eu consegui em 120 dias de tratamento, fiquei muito gratificada em ter conseguido reverter o caso, com terapias, massagens com óleos vegetais e essenciais, tônicos, laser, led, microagulhamento, alta frequência e uma linha excelente de tratamento de fortalecimento, muita conversa, carinho e auto estima.

Referência

https://portal.unisepe.com.br/unifia/wp-content/uploads/sites/10001/2018/07/072_TRATAMENTOS_PARA_ALOPECIA_ANDROGEN%C3%89TICA.pdf

Tratado das doenças dos cabelos e do couro cabeludo- Tricologia 2016 by Di Livros Editora Ltda - José Marcos Pereira 

 

 

Educadores da Beleza - Comunidade de Colorimetria Avançada
Verônica Martins
Verônica Martins Seguir

Sou cabeleireira, Colorimetrista, Pós graduação em tricologia e também sou Terapeuta Capilar! Minha missão é entregar um trabalho de qualidade devolvendo auto estima dentro dos limites do conselho de classe, tanto na transformação e na saúde.

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